O dinheiro e o valor dele, nestes anos

O dinheiro e o valor dele, no trabalho, nos anos 2015, que revisitado continua valendo

Quanto vale o meu trabalho? Quanto vale o seu trabalho? Quanto vale mil, 10mil, 8mil, 3,5k, 50 real? Quanto estamos valendo? Quantos mil são necessários para arrumar e para melhorar um pouco de tudo pra todos nós?

Como profissional do mercado de contratações, transição de carreira e focada na prática do diálogo e comunicação não violenta, uma designer thinking, estudo o conceito e prática da longevidade nos vínculos profissionais (muito abalados pelo medo, por culpa – desfigurados mesmos, pela esquizofrenia), me sinto uma guardiã de estimas.

Isto.  Guardiã de estimas.  Tem vaga? Onde? Quanto paga? Quanto vale uma estima curada?

Estamos na consequência da revolução tecnológica, imensurável até então, e condenados a visitar nossos valores, estamos na era de escolher.

Não dizem “tenha medo de quem não tem nada a perder?”  

Pois assim estamos. Cansados de perdas.

Tem um pedaço em crise, doente, morrendo.

E tem outros pedaços que estão na plenitude da sanidade mental, construindo, remando contra e a favor da maré, depurando mais o “ser juntos”, e o ideal é escolher qual é o nosso lado, saber onde nosso pedaço se acomoda direito.

Caíram as máscaras.

O saldo é a nossa capacidade de continuar e sonhar e escolher.  

Somos feras feridas, feras competentes, feras construtivas, e, vale a homenagem ao cd “preto brás”, que contem uma canção com palavras como   “um homem com uma dor é muito mais elegante”.

Vamos com elegância, vamos sérios, vamos fortes rumo ao futuro!

Precisamos de sonhos bons e, acreditem, estes sonhos moram dentro da gente.  Eu vejo este fenômeno no meu dia-a-dia.

Que sorte temos por viver este ápice de comunicação globalizada!

E o compartilhamento de conhecimento, a economia criativa!

Istoeconomia criativa, que incrível, já é realidade e supre muitos lares!

Porque escrevi estas bobas palavras?

Voltei do passeio com o cão, lembrando do meu dia, das pessoas com quem dialoguei, e pensei em contribuir com alguma reflexão sobre minhas crenças.

1.    nós não estamos valendo menos, nós podemos trabalhar por menos, nós estamos prontos para reconstruir o significado do prazer com o ofício.

2.    nós valemos ouro!  E o mercado voltará a contratar, porque as empresas, sem nós, nada são!   Por qual valor?  Pelo valor felicidade!

3.    entregar felicidade no trabalho é impagável, tem que ser dado não requisitado, entende? Porque senão nós vamos empreender, aumentar as MEIs, formas grupos fechados, nós vamos nos virar!

4.    quanto vale uma felicidade?  O orgulho pessoal?  A cidadania? 

Da guardiã de estimas, Isabel Arias

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